sábado, 16 de julho de 2016

Dilma Rousseff processará a revista IstoÉ por colocar a segurança da Presidenta em risco


A respeito da revista IstoÉ, que veicula neste sábado, 16 de julho, a matéria "As mordomias ilegais da família de Dilma", a Assessoria de Imprensa da Presidenta Dilma Rousseff anuncia:

1. Serão tomadas as medidas legais cabíveis na Justiça contra o repórter, a direção da revista e a Editora Três. Mais uma vez, IstoÉ comete mau jornalismo e tenta provocar comoção na opinião pública atacando a honra da Presidenta Dilma Rousseff e seus familiares.

2. Não se pode expor de maneira desonesta e vil a honra de pessoas. Ainda mais aquelas que, ao contrário da Editora Três, não travam a luta política e partidária. IstoÉ continua a praticar ficção e romper a fronteira da legalidade em nome da liberdade de imprensa. O resultado é mau jornalismo.

3. Diante disso, a Assessoria de Imprensa da Presidenta Dilma Rousseff esclarece: ao contrário do que informa IstoÉ, a segurança dos presidentes da República no Brasil, assim como de seus familiares, é assegurada por determinação legal.

4. Dilma Rousseff e família – assim como o vice-presidente e seus familiares – têm segurança fornecida pelo Estado brasileiro em obediência ao disposto no inciso VII do artigo 6º da Lei 10.683, de 28 de maio de 2003. Além disso, o artigo 5º do Decreto 6.403 regula o uso de transporte institucional por parte dos familiares da presidenta e do vice-presidente da República.

5. Portanto, não há ilegalidade alguma no uso de carros ou escolta de segurança pela família da Presidenta Dilma Rousseff.

6. Mesmo sendo alvo de um processo de impeachment – sustentado em argumento inexistente, como apontou na última semana o Ministério Público Federal –, a Presidenta Dilma Rousseff mantém prerrogativas como Chefe de Estado. Ela pode residir no Palácio da Alvorada, locomover-se em veículos oficiais e receber segurança para si e sua família. Ela é a presidenta da República, eleita em 2014 por mais de 54,5 milhões de votos.

7. É estarrecedor que nem o repórter nem a revista IstoÉ tenham ouvido as pessoas envolvidas nos fatos – requisito básico de quem faz jornalismo ético. Por má fé ou negligência, a revista omitiu o conteúdo do ato de comunicação do Senado ao Vice-Presidente Michel Temer acerca do afastamento da Presidenta Dilma Rousseff. Nenhuma referência, sequer, ao parecer jurídico da Casa Civil do governo interino que analisa as prerrogativas presidenciais que devem ser mantidas no período de afastamento.

8. A leitura de ambos deixa claro que, neste período, a segurança da Presidenta e de seus familiares deve ser mantida, observando-se "as diretrizes traçadas pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI)". Ou seja: ao contrário do que sugere IstoÉ, não são os familiares da presidenta que definem as regras da sua segurança em relação ao transporte, mas o GSI.

9. Assim, ao divulgar a rotina da família da presidenta, tornando públicos detalhes como locais frequentados e horários das atividades habituais de sua filha e de seus netos, IstoÉ coloca em risco a segurança dos parentes da Presidenta da República. A revista terá de responder civil e criminalmente na Justiça por tal conduta. Inclusive por eventuais atos ofensivos e danosos que decorram da divulgação irresponsável de informações que possam vir a eventualmente prejudicar, a partir de agora, a segurança das pessoas mencionadas pela revista.

10. A Presidenta da República estuda medidas administrativas e judiciais cabíveis contra o Gabinete de Segurança Institucional por violação de regras de segurança e vazamento de informações sobre hábitos e rotina da família Rousseff.

11. Apesar do esforço de parte da mídia, diante da ausência de indícios ou provas apontando crime ou dolo praticado por Dilma Rousseff em toda a sua vida pública, a verdade permanece: a Presidenta da República é uma mulher honesta.

Policial Militar mata segurança após tentar sair do shopping sem pagar estacionamento


Roberto Prado Ribeiro, de 36 anos, morreu neste sábado (16) depois de ser baleado no rosto por um policial militar na quarta-feira (13). A vítima trabalhava num shopping da Zona Norte do Rio e teria discutido com o PM quando o militar tentou sair do estacionamento do do centro comercial sem pagar.

Às 13h30 deste sábado, a informação foi confirmada pela assessoria do shopping, que disse "lamentar o ocorrido e transmite sua solidariedade aos familiares do colaborador". O shopping informou que está "dando todo o suporte necessário aos entes da vítima".

Nesta sexta-feira (15), imagens exclusivas de câmeras de segurança obtidas pela GloboNews mostraram o momento em que o funcionário foi atacado pelo PM Paulo Lins de Albuquerque Junior, que foi preso.

Na quinta-feira (14), a Polícia Civil pediu à Justiça do Rio a prisão do cabo da PM, que era lotado no 41º BPM (Irajá). De acordo com a polícia, o PM atirou na vítima depois de uma discussão na noite de quarta-feira (13) dentro do Shopping Nova América, em Del Castilho, Zona Norte do Rio.

O delegado Roberto Ramos, da 44ª DP (Inhaúma) informou que as provas reunidas foram suficientes para o pedido de prisão temporária por 30 dias do PM.

Para a Polícia Civil, o PM baleou a vítima após tentar sair do shopping sem pagar o estacionamento. Testemunhas relataram que o PM estava dirigindo um táxi. A polícia confirmou que o veículo pertencia ao pai do cabo.

Em depoimento na delegacia, a polícia diz que o PM afirmou ter se sentido ameaçado pelo funcionário do shopping. Segundo o delegado responsável pela investigação, foi apurado que o PM já havia se envolvido em outras situações grave.

No dia em que atirou no funcionário do shopping, o policial estava na frente da esposa e do filho, que estavam no carro. O PM já tinha duas passagens em delegacias por ameaça com arma de fogo. A pena para o crime pode chegar a 30 anos de prisão.

G1

Lula aparece isolado na liderança na nova pesquisa Datafolha para a eleição de 2018


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as pesquisas de intenção de voto do Datafolha para o primeiro turno da eleição presidencial de 2018.

O petista não garante, no entanto, a vitória em um eventual segundo turno e poderia ser derrotado pela ex-senadora Marina Silva (Rede) ou pelo ministro das Relações Exteriores, José Serra (PSDB).

Após dividir a preferência do eleitorado com Marina nos últimos levantamentos para o primeiro turno, Lula oscilou positivamente e abriu vantagem sobre a potencial adversária, que caiu.


Já os possíveis candidatos do PSDB consultados no levantamento (José Serra, Aécio Neves e Geraldo Alckmin ) oscilaram negativamente ou mantiveram patamares anteriores, o que favoreceu Lula.

Em um eventual segundo turno entre Lula e Marina, a ex-senadora venceria o petista por 44% a 32%. Lula também seria derrotado, por 35% a 40%, se o candidato no segundo turno fosse Serra, considerando a margem de erro do levantamento, de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

No geral, porém, o quadro eleitoral para 2018 permanece muito indefinido: cerca de um quarto dos eleitores (independentemente do cenário) dizem que, no primeiro turno, votariam em branco ou nulo ou não quiseram opinar sobre suas preferências.

CENÁRIOS

No cenário de primeiro turno em que Aécio é testado como candidato do PSDB, Lula aparece com 22%, Marina com 17% e o tucano com 14%.

No mesmo cenário vêm depois Jair Bolsonaro (PSC) com 7%, Ciro Gomes (PDT) com 5%, Michel Temer (PMDB) com 5%, Luciana Genro (PSOL) com 2% e Ronaldo Caiado (DEM) empatado com Eduardo Jorge (PV) com 1%.

Nessa mesma simulação, brancos e nulos somam 18%, e 7% não opinaram. Nenhum dos candidatos supera, portanto, a soma de brancos, nulos e indecisos (25%).

Aécio Neves , que disputou a eleição presidencial de 2014 com Dilma Rousseff, tem hoje metade das intenções de voto que detinha em dezembro de 2015, quando aparecia com 27%.

Entre os demais tucanos, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, aparece hoje com 8% (tinha 14% em dezembro) e José Serra com 11% (detinha 15% em fevereiro).

Do final de 2015 para cá, Marina Silva perdeu mais pontos nos cenários em que os candidatos tucanos são Alckmin ou Serra. Com Aécio, ela se manteve praticamente no mesmo patamar.

A pesquisa mostra que Lula mantém um desempenho eleitoral acima da média entre os mais pobres e menos escolarizados, e que é ultrapassado pelos adversários conforme o avanço da renda e do nível de escolaridade.

Mas o petista, que é investigado pela Polícia Federal (assim como seu partido), segue como o candidato mais rejeitado entre os eleitores: 46% dizem que não votariam nele de jeito nenhum. Ele nega irregularidades.

Aécio, que na simulação de segundo turno está em situação de empate técnico com o Lula, é alvo de dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal.


Folhapress

PSOL disse não a voto de Paulo Maluf na eleição para presidente da Câmara


A jornalista Natuza Nery relatou na Folha de São Paulo uma conversa entre os Deputados Paulo Maluf (PP-SP) e Ivan Valente (PSOL-SP) dias antes da votação para a escolha do novo presidente da Câmara. O ex-prefeito de São Paulo disse que votaria no candidato(a) do partido socialista, porém, Valente disse que o Deputado paulista poderia até votar, mas não deveria dar publicidade ao voto.

Frustado, Maluf procurou Chico Alencar (PSOL-RJ) para reclamar.

O que ficará no imaginário das pessoas é o riso contido pelo parlamentar fluminense.

Ivan Valente afirma que presidente da Câmara tinha acordo com o PSDB para barrar a CPI do Carf


Em seu terceiro dia como presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM) decidiu cancelar a prorrogação da CPI do Carf, ao rever a decisão de seu antecessor, Waldir Maranhão (PP), que havia concordado em ampliar em 60 dias o período de investigações. Na visão da liderança do PSOL, a medida foi feita para blindar empresários investigados por fraude fiscal.

De acordo com o despacho divulgado na tarde de sexta (15), a CPI terá mais 26 dias para concluir os trabalhos, sendo proibida a realização de oitivas no período - "o que livra os principais potenciais fraudadores da Receita Federal de serem investigados pela CPI", diz nota do PSOL.

Embora ainda precise ser referendada em Plenário, a decisão de Maia - que contraria a deliberação coletiva dos próprios membros da comissão - acontece no momento em que a CPI e a operação Zelotes estão em pleno funcionamento, e uma semana após o conselheiro do Carf João Carlos de Figueiredo Neto, representante da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), ter sido preso na semana passada chantageando o banco Itaú.

"Rodrigo Maia já deixa sua marca de blindador das grandes empresas ao cancelar a prorrogação da CPI do Carf. Certamente, tem acordo com o PSDB e outros partidos. O PSOL denunciará manobra que visa proteger fraudadores da Receita Federal, que deveriam ser multados em bilhões de reais, muitos dos quais já estão indiciados e até denunciados", afirma o deputado Ivan Valente (PSOL).

O PSOL já havia apresentado na CPI do Carf diversos requerimentos convocando empresários envolvidos em escândalos da Operação Zelotes, inclusive André Gerdau, da Gerdau, e Luiz Carlos Trabuco, do Bradesco. "Outras empresas que estão sendo blindadas com a medida de Maia são Safra, Santander, RBS e algumas montadoras de veículos", diz a nota.

A Zelotes começou investigando fraude fiscal de uma série de empresas grandes, incluindo filiadas da Rede Globo, mas acabou direcionando parte dos seus trabalhos para apurar caso de corrupção envolvendo as empresas do filho do ex-presidente Lula.

Jornal GGN
IDIOTAS: Passageiros desistem de embarcar após descobrirem que avião seria pilotado por mulheres

IDIOTAS: Passageiros desistem de embarcar após descobrirem que avião seria pilotado por mulheres

Na última segunda-feira (11), sete passageiros do voo entre Miami, nos Estados Unidos, e Buenos Aires, na Argentina, se recusaram a embarcar após descobrirem que o avião seria pilotado por duas mulheres.

De acordo com o relato de Marcos Martínez, ao jornal argentino La Nacion, ele, a esposa e seus dois filhos entraram na aeronave e se surpreenderam ao encontrarem lugares vagos. "Faltavam cinco minutos para sairmos e o avião estava bastante vazio".

Em seguida, a decolagem atrasou, e Marcos começou a ficar impaciente. "Me aproximei da aeromoça e perguntei se a companhia estava esperando alguém importante ou algo do tipo", disse. "Ela respondeu que não, e que era pra eu ficar tranquilo". Depois de 1h30 de atraso, o avião decolou.

O argentino, no entanto, só descobriu o que havia acontecido quando a aeronave já estava no ar. "O comandante de bordo falou algumas instruções e citou algo relacionado a piloto e a co-piloto. Só aí que descobri que se tratavam de mulheres", comentou. Na sequência, uma das aeromoças explicou o motivo do atraso.

"O voo continuou normalmente e depois uma das tripulantes da cabine disse que sete passageiros desistiram de embarcar ao descobrirem que o piloto e co-piloto eram mulheres. Então a companhia precisou retirar suas malas do avião e isso demorou 1h30", contou Marcos.

Os passageiros que se recusaram a embarcar não tiveram suas identidades reveladas.


RedeTV